O Poder de Jesus Cristo Yeshua Nosso Senhor

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Jesus Cristo Criador dos Céus e da Terra e de Todo Universo Infinito

Belo Horizonte Tem Jeito Jesus Cristo

Belo Horizonte

Belo Horizonte
A Capital de Minas Gerais

A Capital de Minas Gerais

As Nove Regiões Administrativas

Regiões Administrativas de Minas Gerais

No Mais Belo Horizonte Cerimonial

Na Aurora da Vida...No Mais Belo Horizonte...

Belo Horizonte Viaduto Santa Tereza

Belo Horizonte Viaduto Santa Tereza
Belo Horizonte Minas Gerais

Minas Gerais Tem Jeito Jesus Cristo

Minas Gerais Tem Jeito Jesus Cristo
Yeshua Jesus Nosso Eterno Senhor e Salvador

* Belo Horizonte Àrea Central *

* Belo Horizonte Àrea Central  *
* Belo Horizonte Capital *

Centro Administrativo de Minas Gerais

Centro Administrativo de Minas Gerais
* Belo Horizonte Cidade Administrativa

Feliz Natal e Próspero Ano Novo - Jesus Nos Ama

Feliz Natal e Próspero Ano Novo - Jesus Nos Ama
Somos Mensageiros do Amor, Humildes Servos do Senhor, Ao Seu Inteiro Dispor

* Município de Belo Horizonte *

*** Município de Belo Horizonte ***
* O Desenvolvimento da Capital *
No início da década de 40, a cidade dobra sua população, bem mais do que o previsto pela Comissão Construtora e passa por uma grande modernização. Consolidava-se a verticalização de sua área central. Esboçavam-se planos diretores no sentido de reorganizar a expansão da cidade. Abriam-se novas avenidas de fundo de vale. Tentava-se cadastrar a cidade. Reconhecia-se a crise habitacional como grave problema social. A década de 40 trouxe o avanço da industrialização, além da criação do Complexo Arquitetônico da Pampulha, inaugurado em 1943 por encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek. O conjunto da Pampulha reúne os maiores nomes do modernismo brasileiro, com projetos de Oscar Niemeyer, pinturas de Portinari, esculturas de Alfredo Ceschiatti e jardins de Roberto Burle Marx. Ao mesmo tempo, o arquiteto Sílvio de Vasconcelos também cria muitas construções de inspiração modernista, notadamente as casas do bairro Cidade Jardim, que ajudam a definir a fisionomia da cidade.
Na década de 50, a população da cidade dobra novamente, passando de 350 mil para 700 mil habitantes. Como resposta ao crescimento desordenado da cidade, o prefeito Américo René Gianetti dá início à elaboração de um Plano Diretor para Belo Horizonte.

Na década de 60, muitas demolições foram feitas, transformando o perfil da cidade, que passa, então, a ter arranha-céus e asfalto no lugar de árvores. Belo Horizonte ganha ares de metrópole. A conurbação da cidade com municípios vizinhos se amplia.


*** Governador do Estado de Minas * Aécio Neves ***
*** Quem incrementou o projeto de Oscar Niemeyer ***
* Centro Administrativo do Estado de Minas Gerais *



* Centro Administrativo do Estado de Minas Gerais *
O empreendimento terá seis edificações divididas em duas torres de 15 andares cada uma, consolidando a eficiente política de gestão pública do Estado, a obra avaliada em R$ 880 milhões, será implantada pela Codemig. O ousado projeto do Governo de Minas será construido numa àrea de 800 mil metros quadrados. Da àrea total 200 mil metros quadrados serão destinados às edificações. Este projeto está sendo desenvolvido pelo arquiteto Oscar Niemeyer.


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*** By JC ***

Década de 60 Um Milhão de Habitantes

*Década de Sessenta Um Milhão de Habitantes *
Ainda na década de 60, a cidade atinge mais de 1 milhão de habitantes. Nessa época, os espaços vazios do município praticamente se esgotaram, e o crescimento populacional passou a se concentrar nos municípios coligados a Belo Horizonte, como Sabará, Contagem, Betim, Ribeirão das Neves e Santa Luzia. Na tentativa de resolver os problemas causados pela crescimento desordenado, foi instituída a Região Metropolitana de Belo Horizonte e foi criado o Plambel, que desencadeou diversas ações visando a conter o caos metropolitano.
Projetada pelo engenheiro Aarão Reis entre 1894 e 1897, Belo Horizonte foi a primeira cidade brasileira moderna planejada. Elementos chaves do seu traçado incluem uma malha perpendicular de ruas, cortadas por avenidas em diagonal, quarteirões de dimensões regulares, visadas privilegiadas, e uma avenida em torno de seu perímetro (Avenida do Contorno). Outro aspecto interessante do projeto original é a abundância de parques e praças, com um grande parque municipal na área central.
Entretanto, Aarão Reis não queria a cidade como um sistema que se expandiria indefinidamente. Entre a paisagem urbana e a natural foi prevista uma zona suburbana de transição, mais solta, que articulava os dois setores através de um bulevar circundante, a avenida do Contorno, bastante flexível e que se integrava perfeitamente na composição essencial. A concepção do plano fundia as tradições urbanísticas americanas e européias do século XIX. O tabuleiro de xadrez da primeira era corrigido por meio das amplas artérias oblíquas, e espaços vazios, uma preocupação constante com as perspectivas monumentais que provinha do Velho Mundo, com marcadas influências de Haussmann. Belo Horizonte surgia como uma tentativa de síntese urbana no final do século XIX. O objetivo de se criar uma das maiores cidades brasileiras do século XX, era atingido. Porém, o plano de Belo Horizonte pertencia a sua época, seu conceito estava embasado em fundamentos do século anterior, encerrava um período, mais do que iniciava outro. Mostrava preocupações com a pesquisa urbanística, arquitetônica e construtiva bastante excepcionais para a sua época. Sem dúvida indicou uma tendência promissora para o urbanismo no Brasil. Quando foi inaugurada em 12 de dezembro de 1897, Belo Horizonte contava com 25.000 habitantes. As novas construções se opunham ao barroco colonial, tentando apagar as lembranças do passado. O Brasil independente buscava seu estilo no ecletismo desse tempo. Os primeiros conjuntos urbanos se definiam. A Praça da Liberdade aparecia como grande paço municipal, com as Secretarias de Estado e o Palácio do Governo. O Parque Municipal, embora com seu traçado inicial modificado, se implantava no local previsto. A Praça da Estação, a Avenida Santos Dumont, a Rua da Bahia e a Avenida Afonso Pena, faziam parte de diversas imagens de época que contavam a trajetória da cidade.
A expansão urbana extrapolou em muito o plano original. Quando foi iniciada sua construção, os idealizadores do projeto previram que a cidade alcançaria a marca de 100 mil habitantes apenas quando completasse 100 anos. Em 1997, ano do centenário, a cidade possuía mais de 2 milhões de pessoas. Essa falta de visão se repetiu em toda a história da cidade que jamais teve um planejamento consistente que previsse os desafios da grande metrópole que se tornaria.
Aos poucos, pequenas fábricas instalaram-se, a energia elétrica ampliou-se, as obras foram retomadas, os transportes melhoraram e começaram a surgir praças e jardins que deram uma nova paisagem. O número de empregos cresceu, chegaram novos habitantes, a vida social e cultural começou a se agitar. A indústria ganhou impulso na década de 20 e inauguraram-se grandes obras, surgiram novos bairros, sem planejamento, e com eles, sérios problemas urbanos.
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Igreja de São Francisco de Assis


* BELO HORIZONTE *
Lagoa da Pampulha e Igreja São Francisco
de Assis. Projeto de Oscar Niemeyer

Pampulha
Distante 8,5 km do centro de Belo Horizonte está a Região da Pampulha, com um grande lago artificial, com belas e modernas residências. Ali há um conjunto arquitetônico de importantes obras: a Capela de São Francisco de Assis, localizada na beira do lago, projetada por Oscar Niemeyer e decorada com pinturas de Candido Portinari, recebeu jardins do paisagista Roberto Burle Marx. É também na Pampulha que se encontra o estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido como o Mineirão, o segundo maior estádio de futebol do país; o Mineirinho, recorde de público mundial em uma partida de volei (aproximadamente 24 mil pessoas), a Casa do Baile, o Museu de Arte da Pampulha (MAP), o Parque Ecológico da Pampulha, o Jardim Botânico de Belo Horizonte, Parque Guanabara e o Jardim Zoológico da cidade.
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* Década de Oitenta *

Na década de 80 foi iniciada a implantação do metrô de superfície e a memória da cidade começou a ser mais valorizada. Em 1980, milhares de pessoas tomaram a então Praça Israel Pinheiro (hoje, Praça do Papa) para receber o próprio Papa João Paulo II. Devido à sua altitude, na praça a vista da cidade é privilegiada, o que fez com que o papa ali dissesse: "Que belo horizonte!", o que provavelmente corroborou para que a praça ficasse mais conhecida hoje como Praça do Papa. A cidade foi palco ainda de grandes manifestações visando a queda da ditadura militar no Brasil, sob a liderança de Tancredo Neves, na época governador do Estado. A fisionomia urbana foi novamente alterada com a proliferação de prédios em estilo pós-moderno, especialmente na afluente Zona Sul da cidade, graças à influência de um grupo de arquitetos liderado por Éolo Maia. Na mesma década, a cidade também passou a ser servida pelo Aeroporto Internacional de Confins, na época localizado no município de Lagoa Santa (hoje em Confins), a 38 km do centro da capital.

* Década de Noventa *

A década de 1990 foi marcada pelo reforço da estrutura administrativa do município, com a aprovação em 1990 da Lei Orgânica do Município e do o Plano Diretor da cidade, em 1996. A gestão municipal se democratizou com a realização anual do Orçamento participativo. O desafio ainda em curso diz respeito ao fortalecimento da gestão integrada da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que reúne 34 municípios que devem cooperar entre si para a resolução de seus problemas comuns.
Nesta primeira década do século XXI, Belo Horizonte está se consolidando no cenário internacional como um grande centro nas áreas de
Biotecnologia, Informática e turismo de negócios. Alguns dos investimentos recentes nesses setores são a implantação do Parque Tecnológico de Belo Horizonte, do Laboratório do Google para a América Latina e do moderno centro de convenções Expominas.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.